As escolhas para este Ano Malfeito marcam o início da temporada festivaleira, apontando para o melhor que se está a fazer actualmente em algumas franjas rock em Portugal.
Lucrecia Dalt editou “¡Ay!” no final do ano passado, o disco foi destaque um pouco por toda a imprensa e blogosfera, da especializada à generalista, da nacional à internacional. Movido por essa curiosidade e pelo hype que recebi das actuações ao vivo, fui até ao gnration curioso, mas também desconfiado quanto baste. O disco não me tinha agarrado.
Fui ao gnration motivado, já há alguns anos que não assistia a algo construido em palco pelo Alex Zhang Hungtai.
O regresso do Em Bruto arrancou da melhor forma com a exprimentação sonora de Samuel Kerridge no Understage do Rivoli.
O auditório do CCOP esgotou (e uivou) para receber a estreia de Wolf Manhattan.
Uma barrigada para melómanos e um festim para diferentes tribos.
Pace, o novo albúm da banda, um dos discos nacionais do ano para a Irreversível, dá a conhecer uns Solar Corona reformulados. Fui até ao Gare motivado para confirmar as expectativas.
O duo Nova-iorquino actuou no Auditório CCOP pela mão da Crowdmusic.
A Irreversível assistiu ao concerto no Maus Hábitos e esteve à conversa com a dupla finlandesa
O Auditório do CCOP recebeu Camile Camile e Widowspeak.
