Estava uma tarde de sol e de temperatura muito quente em Monopoli. Os veraneantes banhavam-se na multidão de azuis do mar Adriático.
Caminho com alguma regularidade na margem norte da Lagoa de Óbidos, particularmente entre o observatório da Barrosa e a Praia da Foz do Arelho. São cinco quilómetros de encantos em que experiencio sempre momentos enriquecedores e revigorantes.
Roma – Viajando pelo tempo numa cidade que nos faz sonhar
Lecce, a capital salentina, é uma verdadeira obra-prima barroca (…)
Para mim, sempre houve um vínculo afetivo entre os lugares e as músicas. Não consigo dissociá-lo, e, quando viajo, as memórias mais duradouras e intensas são aquelas em que a música esteve presente. A música está ad aeternum na minha mente.
Para mim, sempre houve um vínculo afetivo entre os lugares e as músicas. Não consigo dissociá-lo, e, quando viajo, as memórias mais duradouras e intensas são aquelas em que a música esteve presente. A música está “ad aeternum” na minha mente.
Para mim, sempre houve um vínculo afetivo entre os lugares e as músicas. Não consigo dissociá-lo, e, quando viajo, as memórias mais duradouras e intensas são aquelas em que a música esteve presente. A música está “ad aeternum” na minha mente.
Para mim, sempre houve um vínculo afetivo entre os lugares e as músicas. Não consigo dissociá-lo, e, quando viajo, as memórias mais duradouras e intensas são aquelas em que a música esteve presente. A música está “ad aeternum” na minha mente.
Para mim, sempre houve um vínculo afetivo entre os lugares e as músicas. Não consigo dissociá-lo, e, quando viajo, as memórias mais duradouras e intensas são aquelas em que a música esteve presente. A música está “ad aeternum” na minha mente.
